Empresário do agronegócio? Entenda porque o gerador de energia deve ser uma preocupação

Agronegócio brasileiro ocupa 3ª posição mundial em exportação com safra 2019/2020 estimada em 245,8 milhões de toneladas. Tecnologias emergentes como agribots, agricultura de precisão e sensores demandam energia confiável. Geradores a diesel garantem continuidade produtiva em estufas, frigoríficos e processos de secagem/armazenamento de grãos, podendo reduzir até 30% dos gastos energéticos no horário de pico.
Varejo farmacêutico cresce e demanda mais energia temporária
O Brasil possui 78 mil drogarias (1 para cada 2.800 habitantes) com crescimento de 3% ao ano. A maior rede tem 1.800 lojas e 12,9% do mercado. Medicamentos termolábeis (2-8°C) exigem refrigeração contínua – qualquer interrupção energética causa perda de eficácia e descarte obrigatório. A partir de 2015, a maior rede farmacêutica investiu em segurança energética com geradores para operação contínua. A Tecnogera criou rede nacional de parceiros para atendimento emergencial às farmácias, garantindo proteção dos medicamentos.
A importância do banco de carga para o mercado de data center
O maior data center mundial tem 102 mil m² em Chicago (um dos 1500 nos EUA). Data centers exigem energia ininterrupta para processamento, armazenamento, iluminação e climatização constante. Bancos de carga são essenciais no comissionamento, testando geradores, transformadores, UPS, baterias, sistemas de ar condicionado e outros equipamentos críticos. A Tecnogera forneceu 3 MVA de energia e 6000 MW em bancos de carga para o data center ODATA (R$ 400 milhões) em Santana de Parnaíba. O mercado latino-americano movimentou US$ 2,87 bilhões em 2017 (Brasil: 47,6%), com projeção de US$ 4,37 bilhões até 2021, gerando grande demanda por energia temporária.
As demandas dos data centers por energia
Transformação digital aumenta demanda por data centers no Brasil, com mercado crescendo 15% ao ano até atingir US$ 1,3 bilhão em 2020. Data centers funcionam 24h sem parar, exigindo energia ininterrupta para processamento, refrigeração e operações críticas. Uma hora de apagão pode gerar perdas de US$ 84-108 mil por empresa. Soluções incluem geradores de 45-2.250 kVA em stand-by com transição automática, além de uso temporário para manutenções e aumento de capacidade.
O uso de geradores pelas usinas termoelétricas
A falta de chuvas e o baixo índice de armazenamento de água nos reservatórios, principalmente na região Nordeste, seguem preocupando o setor produtivo e também órgãos do governo. Mesmo com o racionamento de energia ainda sendo descartado, algumas medidas, como a adoção da tarifa nível 2 da bandeira vermelha, cobrada na conta de luz, já estão sendo tomadas. O possível acionamento das usinas térmicas, que gastam mais para produzir energia, tem por objetivo complementar a matriz energética deficitária das hidrelétricas, que, com a crise hídrica, têm seus reservatórios de água em níveis cada vez mais baixos.
Janeiro chuvoso faz aumentar as quedas no fornecimento de energia
Janeiro de 2017 registrou o maior volume de chuvas dos últimos cinco anos, com mais de 340mm em apenas 20 dias segundo o Inmet. Apesar de beneficiar os reservatórios, as tempestades causam interrupções no fornecimento de energia, afetando empresas e consumidores. Em 2016, um único temporal deixou mais de 320 mil clientes sem energia em Porto Alegre. A solução para evitar prejuízos está no uso de geradores de energia em stand by, que entram em ação automaticamente durante falhas no fornecimento, garantindo continuidade operacional.
Tecnologia a favor de geradores mais eficientes
O uso da energia temporária por meio de geradores começou a ser incrementado nos anos 1970, momento em que o Brasil investiu fortemente em infraestrutura. Movidos a diesel, esses motores chamavam atenção pela robustez, porém ao custo de um alto consumo de combustível e emissão de gases poluentes. Com a evolução tecnológica, os geradores modernos tornaram-se mais eficientes, econômicos e sustentáveis, atendendo às atuais demandas de eficiência energética e redução de impacto ambiental.
O uso da energia temporária em data centers
O tráfego de dados móveis não para de aumentar. Previsões do mercado mostram que, até 2018, o tráfego deve chegar a 1.182,5 exabytes em todo o mundo. Com esse volume, a procura por armazenamento em nuvem se fortalece como tendência irreversível, impulsionando a demanda por data centers. No Brasil, estima-se que 30 data centers estejam em operação, número muito inferior aos cerca de 1.500 do mercado norte-americano, indicando grande potencial de crescimento.
Após período de chuvas, a situação dos reservatórios ainda preocupa
Após o período úmido (janeiro-março), os reservatórios hidrelétricos ainda apresentam níveis baixos segundo ONS. Sudeste/Centro-Oeste atingiu 50%, Sul superou 90% e Nordeste tem apenas 30%. A ANEEL mudou bandeira tarifária para verde devido às chuvas. Apesar da sobra de 12,8 GW afastar risco de apagão, empresas buscam geradores para reduzir custos no horário de ponta (17h-22h) em até 30%.
O que é monitoramento hidrológico?
O monitoramento hidrológico coleta, trata e gerencia dados atmosféricos sobre chuvas e vazão de rios através de estações pluviométricas, fluviométricas e meteorológicas. Essencial para gestão de recursos hídricos urbanos, prevenção de catástrofes e previsão do volume de água para hidrelétricas. A Usina…
