Distribuição de energia elétrica: Como funciona?
O sistema de distribuição de energia elétrica no Brasil é composto por três etapas principais: geração (em usinas hidrelétricas, eólicas, termelétricas e outras), transmissão (através de linhas de alta tensão) e distribuição (até os consumidores finais). O Sistema Interligado Nacional (SIN) possui mais de 100 mil km de extensão e atende 98% do território nacional. Apesar de 99,8% dos domicílios brasileiros terem acesso à energia elétrica, apenas 52,97% das distribuidoras apresentam qualidade satisfatória, segundo pesquisa do IDEC.
Sistema de resfriamento e climatização: Tudo o que você precisa saber
Sistemas essenciais para conforto térmico e conservação de produtos. Estudos revelam que 22% dos trabalhadores têm concentração prejudicada pelo calor, com produtividade ideal entre 21-22°C. Medicamentos termolábeis e alimentos exigem refrigeração contínua para manter qualidade. Sistema funciona com chiller resfriando água enviada ao fancoil que produz vazão de ar. Locação oferece economia e tranquilidade operacional.
Baixo nível dos reservatórios e as demandas por energia temporária
Os reservatórios das hidrelétricas mantêm níveis críticos: Nordeste com 34,5% (média histórica 50,9%) e Sudeste/Centro-Oeste com 33,57% (média histórica 57,5%). Na Bahia, 180 municípios estão em emergência por seca, afetando 4 milhões de pessoas. A Aneel mantém bandeira vermelha patamar 2 (R$ 5,00 por 100kWh). Isso aumenta demanda por energia temporária. A Tecnogera forneceu geradores para bombear água do volume morto do Cantareira em 2015, garantindo abastecimento de milhões de residências.
Controle de Temperatura em Processos Industriais: Tudo o que você precisa saber
O controle de temperatura é essencial para garantir a qualidade dos processos industriais, a segurança dos equipamentos e o conforto térmico dos colaboradores. Este guia aborda as principais soluções disponíveis no mercado, incluindo chillers, fan coils e rooftops, além de explicar os diferentes tipos de controle de temperatura (on/off, proporcional e PID) e suas aplicações ideais em ambientes industriais.
Março começou com bandeira tarifária amarela
Devido ao baixo nível dos reservatórios, a ANEEL definiu a bandeira tarifária amarela para março, com taxa extra de R$ 2,00 a cada 100kWh consumidos. Apesar das fortes chuvas no início do ano, foi necessário acionar usinas térmicas, que têm custo maior de operação. Desde fevereiro, a taxa da bandeira amarela é de R$ 2,00/100kWh, enquanto a vermelha patamar 1 custa R$ 3,00/100kWh e a patamar 2, R$ 3,50/100kWh.
O alto custo da energia e o impacto para a indústria brasileira
A energia elétrica é fundamental e estratégica para o funcionamento de indústrias de todo o país e dos mais diferentes setores. No entanto, seu custo representa um impacto significativo no desempenho dos negócios no país. Dados de 2015 da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) mostram que a energia brasileira é a terceira mais cara do mundo.
Shoppings centers e a conta de energia
O custo da energia elétrica no Brasil é um dos mais altos do mundo. Mesmo com a fonte predominantemente hídrica e mais barata, a energia no país é extremamente cara, em grande parte devido à carga tributária. Empreendimentos comerciais de grande porte, como shoppings centers, são fortemente impactados, com gastos que podem chegar a 45% dos custos condominiais, sendo que até 60% desse valor é consumido apenas pelos sistemas de ar condicionado.
O impacto do custo da energia no setor industrial
O alto custo energético brasileiro prejudica severamente a competitividade industrial, mesmo com matriz predominantemente hídrica. O estudo da Firjan mostrou que as bandeiras tarifárias elevaram o MWh de R$ 360,85 para R$ 402,26, levando o Brasil da 8ª para 6ª posição no ranking mundial de tarifas industriais. A Índia lidera com R$ 596,96 por MWh. Especialistas recomendam desoneração tributária e diversificação da matriz energética.
O que você precisa saber sobre as bandeiras tarifárias?
A Aneel implantou em junho de 2015 o sistema de bandeiras tarifárias com cores que indicam as condições de geração energética. Verde significa condições favoráveis sem acréscimo, amarela adiciona R$ 0,015 por kWh, vermelha patamar 1 cobra R$ 0,030 e patamar 2 acrescenta R$ 0,045. O sistema visa repassar custos de produção conforme reservatórios e uso de termelétricas. Durante 2015, predominou bandeira vermelha devido à crise hídrica, mas em 2016 houve variação entre as cores conforme as condições de chuvas e geração de energia.
A tecnologia a favor de motores e geradores mais eficientes
Os avanços tecnológicos no setor energético brasileiro têm permitido o desenvolvimento de motores mais eficientes e compactos. A indústria nacional investiu em pesquisas para criar tecnologias que consomem menos combustíveis fósseis mantendo a mesma capacidade de geração. Estes equipamentos têm se tornado mais leves e compactos, melhorando a logística e a competitividade da indústria nacional.