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Como funciona um intercâmbio de energia?

O intercâmbio de energia permite a troca de eletricidade entre países ou regiões em casos de falta ou excesso de suprimento. No Brasil, o Sistema Interligado Nacional (SIN) facilita esses intercâmbios através de quatro submercados regionais. O país realiza intercâmbios principalmente com Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile, promovendo melhor aproveitamento das matrizes energéticas e reduzindo custos.
Um gráfico comparativo mostra as alturas de uma casa de dois andares (8m), de uma plataforma (6m), de uma plataforma alta (51m) - identificada como "Plataformas para trabalhos em altura entre 6 e 51 metros" - e do Cristo Redentor (38m). As figuras aparecem nas cores cinza ou laranja, destacando as soluções da Tecnogera.
Um gráfico comparativo mostra as alturas de uma casa de dois andares (8m), de uma plataforma (6m), de uma plataforma alta (51m) - identificada como "Plataformas para trabalhos em altura entre 6 e 51 metros" - e do Cristo Redentor (38m). As figuras aparecem nas cores cinza ou laranja, destacando as soluções da Tecnogera.

O intercâmbio de energia é caracterizado pela importação ou exportação de energia — elétrica, eólica, solar, térmica etc — entre países ou regiões, em caso de dificuldade no suprimento ou excesso de oferta.

Essa “troca” de energia é feita principalmente por meio de linhas de transmissão e gasodutos.

Esse tipo de integração promove um melhor aproveitamento das matrizes energéticas, reduzindo os custos de produção e aumentando a segurança e competitividade do mercado. Isso porque o mercado tem a garantia de que, caso falte ou sobre energia, um país ou região pode equalizar sua demanda.

Sem colocar em risco a segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN), o intercâmbio de energia é feito por agentes habilitados (distribuidor, gerador, comercializador, consumidor livre ou especial), que firmam contratos de uso e conexão com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Pelas normas atuais, a contratação só pode ser feita uma única vez no mês, independentemente do número de dias nos quais a rede for utilizada, e exige estudos regulatórios e técnicos.

O intercâmbio de energia apresenta duas modalidades: na “sem devolução”, um país compra a energia de outro, enquanto a modalidade “com devolução” funciona como uma espécie de empréstimo no qual a energia usada é restituída ao país fornecedor.

Por conta da dimensão territorial do Brasil, o SIN tem papel fundamental nos intercâmbios energéticos entre as regiões do país. O sistema é dividido em quatro submercados:

  • Sul
  • Sudeste/Centro-Oeste
  • Nordeste
  • Norte

A energia produzida circula livremente dentro de cada um deles.

Com o objetivo de aproveitar os excedentes sazonais de geração hidráulica e de outras fontes produtoras, o intercâmbio entre essas regiões tem sido expandido nos últimos anos.

Na América do Sul, a principal interligação do Brasil é feita com a Argentina, pois esses países possuem sistemas elétricos complementares. Além disso, o sistema brasileiro também faz intercâmbios energéticos com o Uruguai, Paraguai e Chile.

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